sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

BOM DIA

 
 
"A beleza está em toda a parte... e talvez em cada momento de nossas vidas...
Olhe bem à sua volta e não perca, mesmo nos mínimos detalhes,
a beleza que Deus nos dá diariamente." 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Os cinco sentidos do bebé




Nas primeiras semanas de vida parece que o bebé pouco mais faz do que comer, dormir, chorar e sujar fraldas. Mas as aparências iludem, e, sob aquele ar indefeso de quem depende completamente de nós, há um ser alerta, que absorve tudo o que vê, escuta, cheira, prova e toca.
Alguns sentidos, como o cheiro, o paladar e o tato, já são “poderosos” à nascença, enquanto, por exemplo, a audição só se desenvolve completamente ao fim do primeiro mês, e a visão ao longo do primeiro ano. De qualquer forma, os cinco sentidos ligam o bebé ao exterior, e constituem uma porta aberta à experimentação de muitas sensações novas e extraordinárias. Afinal os bebés, mesmo recém-nascidos, fazem muito mais do que parece à primeira vista. Eles interessam-se por tudo, e faz parte do “trabalho” da família oferecer-lhes alternativas de interação novas, que estimulem e alimentem a sua ânsia de aprender. Cabe aos pais guiá-los e estimulá-los, acompanhando-os na conquista de habilidades e na perceção do meio envolvente. Para que possamos cumprir este papel, ajuda saber com o que contamos em relação a cada sentido. 
 
O recém-nascido é um pouco míope, e só vê de forma nítida a uma distância entre 20 a 30 cm (mais ou menos a distância entre o rosto dele e o nosso quando cuidamos dele, lhe pegamos ao colo e lhe damos de mamar). Talvez por isso, o rosto humano está entre as coisas favoritas do bebé para olhar, especialmente o dos pais ou o seu próprio – experimente colocar um espelho adequado, de forma segura, no berço, ao nível dos olhos dele, e vejam como se mira. O rosto da mãe é o seu favorito, e consegue distingui-lo dos outros, reagindo às suas expressões.
 
Uma nota para as mães que dão biberão e para os pais: mudem de lado, tal como uma mãe faria a amamentar, para que ambos os olhos do bebé sejam igualmente exercitados.
O bebé adora olhar para nós, pelo que, quando estamos com ele, é importante olhá-lo nos olhos e dedicar-lhe atenção exclusiva. Devemos proporcionar-lhe coisas interessantes para olhar, introduzindo novos objetos nas suas rotinas. E não nos devemos esquecer de o mudar de sítio durante o dia, para que o seu cenário mude.


 
Estes são os dois sentidos que mais se relacionam intimamente. O olfato é, curiosamente, um dos primeiros sentidos a desenvolver-se, ainda no feto. De acordo com Alan Greene, professor de pediatria na Stanford University School of Medicine, “no final do primeiro trimestre de gravidez, o bebé consegue cheirar os alimentos que a mãe ingere. Este é o sentido predominante, que surge muito cedo, porque os cheiros passam o líquido amniótico”. E, no final da primeira semana de vida, o nariz do bebé está de tal forma apurado que ele consegue distinguir entre o cheiro do leite da sua mãe e o de outra mulher. “Os recém-nascidos orientam-se pelo cheiro, mais do que por qualquer outro sentido. Um bebé colocado em cima da barriga da mãe depois de nascer, vai ‘abrir caminho’ até à mama, para a sua primeira refeição, ‘navegando’ pelo cheiro ”, refere Alan Greene.
Podemos usar o apurado nariz do nosso bebé para o ajudar a acalmar-se, deixando junto dele uma camisa de dormir com o cheiro da mamã, por exemplo. Odores suaves como a lavanda também podem ajudar. E lembremo-nos que também é sensível aos maus cheiros; há estudos que provam que, ainda no útero, os bebés franzem o nariz ao cheiro do tabaco.


Quanto às papilas gustativas, elas estão totalmente formadas na altura do nascimento, embora o bebé já saiba apreciar o gosto do líquido amniótico, ainda dentro do útero materno. Os recém-nascidos preferem os sabores doces aos salgados ou ácidos (o que é bom, dado que tanto o leite materno como os leites de fórmula são doces). E mesmo quando começam as comidas sólidas, continuam a preferir coisas doces, como fruta e batata-doce, em vez de, por exemplo, vegetais com sabores mais pungentes. Convém ter isto em mente, pois as papilas gustativas dos bebés são tão sensíveis, que, inicialmente, sabores amargos, como o dos espinafres, por exemplo, podem ser esmagadores e opressivos. Com o passar do tempo, no entanto, e como refere o pediatra Mário Cordeiro, isto “não deve servir como alibi para as ‘esquisitices’ das crianças”.
Os bebés detetam os sabores através do leite materno, pelo que a mãe deve ter uma dieta saudável e variada, para que o palato do recém-nascido se vá habituando a coisas novas. Assim que se começam a introduzir outros alimentos para além do leite, há que variar o mais possível (respeitando o calendário pediátrico, para evitar alergias) e insistir: pode levar entre 15 a 20 vezes para que o bebé goste de um alimento novo.


O bebé ouve sons desde o útero, por volta da 26ª semana de gestação.  A verdade é que, depois de nascer, o bebé ouve tudo alto e bom som, até muito melhor que os pais. Por isso não nos devemos espantar que se assuste com um ruído que a nós não nos pareceu nada de especial. Da mesma forma, o bebé pode estremecer com o ladrar inesperado de um cão, ou sossegar com o embalo suave da máquina de lavar loiça ou o zumbido do secador de cabelo.
Mas a voz humana é a “melodia” preferida do bebé, principalmente a da mãe e do pai. Por isso é muito importante falarmos com os bebés. Se ele está a chorar no quarto, repare como a sua voz, à medida que se aproxima, o começa logo a acalmar. Ou como o escuta atentamente quando lhe fala em tom carinhoso. O recém-nascido pode ainda não coordenar a audição com a visão, mas mesmo quando está a olhar para o infinito, o mais provável é que o bebé esteja a ouvir a sua voz com a máxima atenção. E não se coíba da “falar à bebé”, pois a voz aguda que normalmente adotamos quando falamos com os bebés é a sua preferida.
Ele não nos responde, mas escuta-nos atentamente, pelo que há que falar constantemente com o nosso bebé, num tom carinhoso e reconfortante. Podemos falar-lhe mesmo quando não estamos na mesma divisão que ele. Também é bom que lhe cantemos canções e façamos ruídos engraçados, vocalizando-os ou mesmo apenas fazendo estalidos com a língua, por exemplo. A audição do bebé é muito apurada, pelo que devemos evitar ao máximo expô-lo a ruídos muito altos.
 
 
 
Parece contraditório, mas o sentido do tato também é importante para os bebés antes de nascerem. É a sua principal ferramenta para explorarem o mundo no útero, diz Alan Greene:  “os bebés puxam e empurram, tocam no seu rosto a exploram o revestimento do útero”. Além disso, o feto é sensível aos estímulos táteis que lhe chegam a partir dos movimentos da mãe.
Depois do nascimento, o bebé procura conforto no toque. É normal, pois veio de um ambiente quente, aconchegante e envolvente, tomando agora o primeiro contacto com o frio, o roçar áspero do berço ou a aresta dura de uma costura dentro da roupa. Por isso os bebés adoram ser acariciados, ou, simplesmente, estarem em contacto com o corpo e a pele dos pais, e é deles que esperam os toques suaves para amenizar a aspereza do mundo onde entraram de repente: lençóis suaves, cobertores fofinhos, abraços reconfortantes e carícias amorosas. Com tudo o que toca a sua pele, o bebé está a aprender sobre a vida, pelo que quantos mais beijos e mimos lhe dermos, mais ele percebe que o mundo também pode ser um lugar envolvente e calmante.
A pele do bebé é ultrassensível, pelo que devemos ser sempre muito suaves no toque com um recém-nascido, tanto nas carícias como nas massagens. Um bom truque é imaginarmos que a pele do bebé começa cerca de 10 cm antes do que acontece na realidade, porque ele consegue sentir as vibrações do nosso corpo antes de lhe tocarmos. Colocar o recém-nascido junto à nossa pele conforta-o e ajuda-o a regular a respiração e a temperatura.
 (Revista Pais&Filhos)

 

 
 
 
 



 







segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Sala dos Pintainhos


Olá, olá, olá… pois nós somos muito pequenitos….
Sim, sim …há quem pense assim….
Pensam que não fazemos nada…. Pois enganam-se e muito….

É verdade que só temos alguns meses…. Mas é para aprender que aqui estamos….
Querem saber o que fazemos?
Pois fiquem com uma pequena ideia…


 

 
 
 
Aos 3 meses
  • Ganhamos consciência do nosso próprio corpo e começamos a explorar o mundo com as mãos.
  • Já respondemos, quando falam connosco, mexendo o corpo, emitindo sons e sorrindo.
  • Se nos deitarem de barriga para baixo, já somos capazes de usar os braços para nos suportarmos e levantarmos totalmente a cabeça.
  • Começamos a puxar para nos sentar, com a cabeça alinhada com o corpo.
  • Brincamos com as nossas mãos.
  • Levamos as mãos á boca, estendemos as mãos para o biberão, reconhecemos o alimento, ficando inquietos e alegres quando os vemos.
  • Mostramos alegria quando nos falam carinhosamente e já distinguimos algumas pessoas  
 
4 meses
  • Reconhecemos objetos e rotinas.
  • Imitamos os sons que ouvimos á nossa volta e sorrimos.
  • A descoberta do nosso corpo continua e os pés são a nova atração, conseguimos sentarmo-nos se devidamente apoiados.
  • Já rebolamos e voltamo-nos.
5 meses
  • A capacidade de atenção está a aumentar e já ficamos a fazer a mesma coisa por mais tempo.
  • Usamos o nosso corpo, movimentos e sons, para chamar a atenção.
  • Temos cada vez mais força nos membros.
6 meses
  • Erguemos os braços para pedir colo.
  • Reagimos ao nosso próprio reflexo num espelho, como se de outro bebé se trata-se.
  • Já articulamos monossílabos como “ba” ou “da”  “pa”   “ma”.
  • Gostamos de fazer e brincar ao ‘cu-cu’ (esconde-esconde).
  • Sentamo-nos direito, sem apoio.
  • Transferimos objetos de uma mão para a outra.

7 meses
  • Não desistimos facilmente.
  • Quando vemos um objeto a desaparecer, procuramo-lo. Já sabemos que o objeto existe mesmo quando não o vemos, desde que o tenhamos visto desaparecer. (A memória é uma competência em desenvolvimento. nesta fase)
8 meses
  • A memória é a capacidade a ser mais desenvolvida nesta fase.
  • Procuramos o objeto escondido.
  • Reconhecemos jogos, músicas e rimas familiares.
  • Compreendemos o nosso nome e respondemos quando nos chamam.
  • Já dizemos ‘baba’ ou ‘dada’., já apontamos.
 
9 meses
  • Faz coisas com o seu corpo, como dizer adeus ou esticar o pé para ser calçado.
  • Começa a repetir rimas com movimentos associadas.
  • Sabe que o objeto existe mesmo quando não o vê e, se você o esconder, vai procurá-lo.
10 meses
  • Brincamos com livros e gostamos das suas ilustrações.
  • Dominamos alguns movimentos finos, como a pinça com os dedos e o polegar.
  • Conseguimos gatinhar e andar agarrado às coisas. 
11 meses 12 meses
  • Abanamos a cabeça para dizer que sim.
  • Repetimos sílabas iniciais de uma palavra ou na pronunciação de palavras pequenas.
  • Interagimos segundo as regras sociais que nos são ensinadas, como cumprimentar com um beijo. Dizer adeus, olá, fazer o jogo do “cu-cu”
  • Identificamos personagens favoritas dos livros ou desenhos animados.
  • Procuramos a interação com os outros para brincar.
  • Caminhamos, agarrados, de mão dada ou independentemente…
  • Conseguimos escolher, segurar, pôr ou tirar brinquedos de uma caixa.
 
 
Então estão mais informados?…. Bem isto ao fim do dia é cá um cansaço!...estamos prontinhos para um banhinho, jantar, brincar com a nossa família e…ir para a camita pois no dia a seguir …Há mais uma aventura para viver!!!!
Temos um mundo todo para descobrir! Mas calma! Um passo de cada vez!!!
 
“Toda a Criança deve atravessar cada estádio de desenvolvimento segundo uma sequência regular. Se a criança não for estimulada ou motivada no devido momento, ela não conseguirá superar as suas dificuldades no decorrer do seu desenvolvimento. Afinal, o desenvolvimento infantil dá-se à medida que a criança vai crescendo e vai-se desenvolvendo de acordo com os meios onde vive e os estímulos deles recebidos.... sejam felizes!"
Até a próxima!

 
 

 

     
 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Boas Festas

A direção do Centro de Assistência Social da Guarda, irmãs, funcionárias e crianças desta instituição desejam a todos, um NATAL FELIZ e um próspero ANO NOVO.


 
Que esta luz trazida por Jesus, continue a iluminar o vosso coração trazendo muita paz, amor, alegria e respeito neste Natal, e que as bênçãos desta data permaneçam ao longo do ano de 2015.
 
FELIZ NATAL 
 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Sala das Joaninhas


Olá olá! Cá estamos nós para contar as aventuras do mês de Novembro!

Concluímos o nosso Quadro dos Aniversários, assim, compreendemos melhor quem faz anos e colocamos uns chapéus na fotografia do aniversariante. Ora espreitem.
Ouvimos a história da “Maria Castanha” e explorámos as suas imagens. Ora então, Novembro é mês de magusto, castanhas, ouriços…ui tanta coisa nova! Mas descobrimos cada uma delas. O ouriço é a “casa” da castanha, mas CUIDADO, porque pica! As castanhas que boas que são e quentinhas então, não há como dizer que não! Fizemos um belo cartucho e lá dentro castanhas assadas que partilhámos com a família lá em casa.
Conhecemos a cor amarela! Explorámos, brincámos, “trabalhámos” e tudo com objetos amarelos! E por fim fizemos a grande “Festa do Amarelo”, foi muito divertido! Todos vestimos algo amarelo, ou trouxemos um objeto dessa cor, houve uma menina que até trouxe gomas em forma de bananas, amarelas pois claro. Tudo estava amarelo, amarelinho! Viva o amarelo!
 

Começamos a ganhar consciência do nosso corpo! O nome das partes que o constituem e onde se localizam. Para isso explorámos imagens, bonecos e fizemos jogos uns com os outros! Descobrimos os 5 sentidos e fizemos algumas brincadeiras, como por exemplo tapar os olhos (com vendas amarelas, claro) e comer algo que não sabíamos o que era e que tivemos que adivinhar, foi giro e divertido. E quase todos reconhecemos o sabor da bolacha e da banana!

Um menino fez dois aninhos! MUITOS PARABÉNS! Também fizemos uma grande festa!

 Para além de tudo, lá continuamos a brincar, construir, cantar, dançar e por aí…

 

Beijinhos da Sala das Joaninhas

Sala dos Golfinhos


OLÁ!!

Ainda agora começou o ano e estamos quase, quase no Natal…e já exploramos tanta coisa e de tantas formas.

Para além dos golfinhos, conhecemos vários animais do fundo mar. Onde vivem e como vivem. Desde o pequeno cavalo marinho e a sua surpreendente forma de reprodução, passando pela gigante baleia até ao feroz e temido tubarão! Enfim…foram alguns.

Fizemos as nossas pastas, onde iremos guardar todos os trabalhos realizados ao longo do ano. No Final do mês de outubro festejamos o Halloween.
 
 
E já em novembro conhecemos a história da “Maria Castanha, o seu avô e os seis duendes”, relembramos a lenda de São Martinho, e claro! Fizemos o tradicional magusto, e se comemos castanhas!
É verdade! Começamos a explorar o corpo humano, já sabemos a divisão do nosso corpo, cabeça, tronco e membros! Na cabeça temos o nosso cérebro que é protegido pelo crânio, e a cara onde estão os olhos, nariz, boca e orelhas… No tronco temos o tórax no qual temos os pulmões e o coração, no abdómen o estômago, e os intestinos, delgado e grosso. Ah, e recebemos a visita da Dr. Mónica, que nos deixou a sua bata de médica e o seu estetoscópio, gostamos muito de ouvir o coração uns dos outros, e da saúde dos nossos pulmões. Agora, agora é tempo de Natal…”
 A sala dos Golfinhos.