Está quase a chegar o dia......
quarta-feira, 3 de junho de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
BOM DIA
"A beleza está em toda a parte... e talvez em cada momento de nossas vidas...
Olhe bem à sua volta e não perca, mesmo nos mínimos detalhes,
a beleza que Deus nos dá diariamente."
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Os cinco sentidos do bebé
Nas primeiras semanas de
vida parece que o bebé pouco mais faz do que comer, dormir, chorar e sujar
fraldas. Mas as aparências iludem, e, sob aquele ar indefeso de quem depende
completamente de nós, há um ser alerta, que absorve tudo o que vê, escuta,
cheira, prova e toca.
Alguns
sentidos, como o cheiro, o paladar e o tato, já são “poderosos” à nascença,
enquanto, por exemplo, a audição só se desenvolve completamente ao fim do
primeiro mês, e a visão ao longo do primeiro ano. De qualquer forma, os cinco
sentidos ligam o bebé ao exterior, e constituem uma porta aberta à
experimentação de muitas sensações novas e extraordinárias. Afinal os bebés,
mesmo recém-nascidos, fazem muito mais do que parece à primeira vista. Eles
interessam-se por tudo, e faz parte do “trabalho” da família oferecer-lhes
alternativas de interação novas, que estimulem e alimentem a sua ânsia de
aprender. Cabe aos pais guiá-los e estimulá-los, acompanhando-os na conquista
de habilidades e na perceção do meio envolvente. Para que possamos cumprir este
papel, ajuda saber com o que contamos em relação a cada sentido.
O
recém-nascido é um pouco míope, e só vê de forma nítida a uma distância entre
20 a 30 cm (mais ou menos a distância entre o rosto dele e o nosso quando
cuidamos dele, lhe pegamos ao colo e lhe damos de mamar). Talvez por isso, o
rosto humano está entre as coisas favoritas do bebé para olhar, especialmente o
dos pais ou o seu próprio – experimente colocar um espelho adequado, de forma
segura, no berço, ao nível dos olhos dele, e vejam como se mira. O rosto da mãe
é o seu favorito, e consegue distingui-lo dos outros, reagindo às suas
expressões.
Uma
nota para as mães que dão biberão e para os pais: mudem de lado, tal como uma
mãe faria a amamentar, para que ambos os olhos do bebé sejam igualmente
exercitados.
O bebé
adora olhar para nós, pelo que, quando estamos com ele, é importante olhá-lo
nos olhos e dedicar-lhe atenção exclusiva. Devemos proporcionar-lhe coisas
interessantes para olhar, introduzindo novos objetos nas suas rotinas. E não
nos devemos esquecer de o mudar de sítio durante o dia, para que o seu cenário
mude.
Estes
são os dois sentidos que mais se relacionam intimamente. O olfato é,
curiosamente, um dos primeiros sentidos a desenvolver-se, ainda no feto. De
acordo com Alan Greene, professor de pediatria na Stanford University School of
Medicine, “no final do primeiro trimestre de gravidez, o bebé consegue cheirar
os alimentos que a mãe ingere. Este é o sentido predominante, que surge muito
cedo, porque os cheiros passam o líquido amniótico”. E, no final da primeira
semana de vida, o nariz do bebé está de tal forma apurado que ele consegue
distinguir entre o cheiro do leite da sua mãe e o de outra mulher. “Os
recém-nascidos orientam-se pelo cheiro, mais do que por qualquer outro sentido.
Um bebé colocado em cima da barriga da mãe depois de nascer, vai ‘abrir
caminho’ até à mama, para a sua primeira refeição, ‘navegando’ pelo cheiro ”,
refere Alan Greene.
Podemos usar o apurado nariz do nosso bebé para o
ajudar a acalmar-se, deixando junto dele uma camisa de dormir com o cheiro da
mamã, por exemplo. Odores suaves como a lavanda também podem ajudar. E
lembremo-nos que também é sensível aos maus cheiros; há estudos que provam que, ainda no útero, os bebés franzem o nariz ao cheiro do tabaco.
Quanto às papilas gustativas, elas
estão totalmente formadas na altura do nascimento, embora o bebé já saiba
apreciar o gosto do líquido amniótico, ainda dentro do útero materno. Os
recém-nascidos preferem os sabores doces aos salgados ou ácidos (o que é bom,
dado que tanto o leite materno como os leites de fórmula são doces). E mesmo
quando começam as comidas sólidas, continuam a preferir coisas doces, como
fruta e batata-doce, em vez de, por exemplo, vegetais com sabores mais pungentes.
Convém ter isto em mente, pois as papilas gustativas dos bebés são tão
sensíveis, que, inicialmente, sabores amargos, como o dos espinafres, por
exemplo, podem ser esmagadores e opressivos. Com o passar do tempo, no entanto,
e como refere o pediatra Mário Cordeiro, isto “não deve servir como alibi para
as ‘esquisitices’ das crianças”.
Os
bebés detetam os sabores através do leite materno, pelo que a mãe deve ter uma
dieta saudável e variada, para que o palato do recém-nascido se vá habituando a
coisas novas. Assim que se começam a introduzir outros alimentos para além do
leite, há que variar o mais possível (respeitando o calendário pediátrico, para
evitar alergias) e insistir: pode levar entre 15 a 20 vezes para que o bebé
goste de um alimento novo.O bebé ouve sons desde o útero, por volta da 26ª semana de gestação. A verdade é que, depois de nascer, o bebé ouve tudo alto e bom som, até muito melhor que os pais. Por isso não nos devemos espantar que se assuste com um ruído que a nós não nos pareceu nada de especial. Da mesma forma, o bebé pode estremecer com o ladrar inesperado de um cão, ou sossegar com o embalo suave da máquina de lavar loiça ou o zumbido do secador de cabelo.
Mas a voz humana é a “melodia”
preferida do bebé, principalmente a da mãe e do pai. Por isso é muito
importante falarmos com os bebés. Se ele está a chorar no quarto, repare como a
sua voz, à medida que se aproxima, o começa logo a acalmar. Ou como o escuta
atentamente quando lhe fala em tom carinhoso. O recém-nascido pode ainda não
coordenar a audição com a visão, mas mesmo quando está a olhar para o infinito,
o mais provável é que o bebé esteja a ouvir a sua voz com a máxima atenção. E
não se coíba da “falar à bebé”, pois a voz aguda que normalmente adotamos
quando falamos com os bebés é a sua preferida.
Parece
contraditório, mas o sentido do tato também é importante para os bebés antes de
nascerem. É a sua principal ferramenta para explorarem o mundo no útero, diz
Alan Greene: “os bebés puxam e empurram, tocam no seu rosto a exploram o
revestimento do útero”. Além disso, o feto é sensível aos estímulos táteis que
lhe chegam a partir dos movimentos da mãe.
Depois
do nascimento, o bebé procura conforto no toque. É normal, pois veio de um
ambiente quente, aconchegante e envolvente, tomando agora o primeiro contacto
com o frio, o roçar áspero do berço ou a aresta dura de uma costura dentro da
roupa. Por isso os bebés adoram ser acariciados, ou, simplesmente, estarem em
contacto com o corpo e a pele dos pais, e é deles que esperam os toques suaves
para amenizar a aspereza do mundo onde entraram de repente: lençóis suaves,
cobertores fofinhos, abraços reconfortantes e carícias amorosas. Com tudo o que
toca a sua pele, o bebé está a aprender sobre a vida, pelo que quantos mais
beijos e mimos lhe dermos, mais ele percebe que o mundo também pode ser um
lugar envolvente e calmante.
A
pele do bebé é ultrassensível, pelo que devemos ser sempre muito suaves no
toque com um recém-nascido, tanto nas carícias como nas massagens. Um bom
truque é imaginarmos que a pele do bebé começa cerca de 10 cm antes do que
acontece na realidade, porque ele consegue sentir as vibrações do nosso corpo
antes de lhe tocarmos. Colocar o recém-nascido junto à nossa pele conforta-o e
ajuda-o a regular a respiração e a temperatura.
(Revista Pais&Filhos)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Sala dos Pintainhos
Olá,
olá, olá… pois nós somos muito pequenitos….
Pensam
que não fazemos nada…. Pois enganam-se e muito….
Querem
saber o que fazemos?Pois fiquem com uma pequena ideia…
Aos 3 meses
- Ganhamos consciência do nosso próprio corpo e começamos a explorar o mundo com as mãos.
- Já respondemos, quando falam connosco, mexendo o corpo, emitindo sons e sorrindo.
- Se nos deitarem de barriga para baixo, já somos capazes de usar os braços para nos suportarmos e levantarmos totalmente a cabeça.
- Começamos a puxar para nos sentar, com a cabeça alinhada com o corpo.
- Brincamos com as nossas mãos.
- Levamos as mãos á boca, estendemos as mãos para o biberão, reconhecemos o alimento, ficando inquietos e alegres quando os vemos.
- Mostramos alegria quando nos falam carinhosamente e já distinguimos algumas pessoas
4 meses
- Reconhecemos objetos e rotinas.
- Imitamos os sons que ouvimos á nossa volta e sorrimos.
- A descoberta do nosso corpo continua e os pés são a nova atração, conseguimos sentarmo-nos se devidamente apoiados.
- Já rebolamos e voltamo-nos.
5 meses
- A capacidade de atenção está a aumentar e já ficamos a fazer a mesma coisa por mais tempo.
- Usamos o nosso corpo, movimentos e sons, para chamar a atenção.
- Temos cada vez mais força nos membros.
6 meses
- Erguemos os braços para pedir colo.
- Reagimos ao nosso próprio reflexo num espelho, como se de outro bebé se trata-se.
- Já articulamos monossílabos como “ba” ou “da” “pa” “ma”.
- Gostamos de fazer e brincar ao ‘cu-cu’ (esconde-esconde).
- Sentamo-nos direito, sem apoio.
- Transferimos objetos de uma mão para a outra.
7 meses
- Não desistimos facilmente.
- Quando vemos um objeto a desaparecer, procuramo-lo. Já sabemos que o objeto existe mesmo quando não o vemos, desde que o tenhamos visto desaparecer. (A memória é uma competência em desenvolvimento. nesta fase)
8 meses
- A memória é a capacidade a ser mais desenvolvida nesta fase.
- Procuramos o objeto escondido.
- Reconhecemos jogos, músicas e rimas familiares.
- Compreendemos o nosso nome e respondemos quando nos chamam.
- Já dizemos ‘baba’ ou ‘dada’., já apontamos.
9 meses
- Faz coisas com o seu corpo, como dizer adeus ou esticar o pé para ser calçado.
- Começa a repetir rimas com movimentos associadas.
- Sabe que o objeto existe mesmo quando não o vê e, se você o esconder, vai procurá-lo.
10 meses
- Brincamos com livros e gostamos das suas ilustrações.
- Dominamos alguns movimentos finos, como a pinça com os dedos e o polegar.
- Conseguimos gatinhar e andar agarrado às coisas.
11 meses 12
meses
- Abanamos a cabeça para dizer que sim.
- Repetimos sílabas iniciais de uma palavra ou na pronunciação de palavras pequenas.
- Interagimos segundo as regras sociais que nos são ensinadas, como cumprimentar com um beijo. Dizer adeus, olá, fazer o jogo do “cu-cu”
- Identificamos personagens favoritas dos livros ou desenhos animados.
- Procuramos a interação com os outros para brincar.
- Caminhamos, agarrados, de mão dada ou independentemente…
- Conseguimos escolher, segurar, pôr ou tirar brinquedos de uma caixa.
Então estão
mais informados?…. Bem isto ao fim do dia é cá um cansaço!...estamos prontinhos
para um banhinho, jantar, brincar com a nossa família e…ir para a camita pois
no dia a seguir …Há mais uma aventura para viver!!!!
Temos um mundo todo para
descobrir! Mas calma! Um passo de cada vez!!!
“Toda
a Criança deve atravessar cada estádio de desenvolvimento segundo uma sequência
regular. Se a criança não for estimulada ou motivada no devido momento, ela não conseguirá superar as suas dificuldades no decorrer do seu desenvolvimento. Afinal, o desenvolvimento infantil dá-se à medida que a criança vai crescendo e vai-se desenvolvendo de acordo com os meios onde vive e os estímulos deles recebidos.... sejam felizes!"
Até
a próxima!
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Boas Festas
A direção do Centro de Assistência Social da Guarda, irmãs, funcionárias e crianças desta instituição desejam a todos, um NATAL FELIZ e um próspero ANO NOVO.
Que esta luz trazida por Jesus, continue a iluminar o vosso coração trazendo muita paz, amor, alegria e respeito neste Natal, e que as bênçãos desta data permaneçam ao longo do ano de 2015.
FELIZ NATAL
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Sala das Joaninhas
Olá olá! Cá estamos nós
para contar as aventuras do mês de Novembro!
Concluímos
o nosso Quadro dos Aniversários, assim, compreendemos melhor quem faz anos e
colocamos uns chapéus na fotografia do aniversariante. Ora espreitem.
Ouvimos
a história da “Maria Castanha” e explorámos as suas imagens. Ora então,
Novembro é mês de magusto, castanhas, ouriços…ui tanta coisa nova! Mas
descobrimos cada uma delas. O ouriço é a “casa” da castanha, mas CUIDADO,
porque pica! As castanhas que boas que são e quentinhas então, não há como
dizer que não! Fizemos um belo cartucho e lá dentro castanhas assadas que
partilhámos com a família lá em casa.
Conhecemos
a cor amarela! Explorámos, brincámos, “trabalhámos” e tudo com objetos
amarelos! E por fim fizemos a grande “Festa do Amarelo”, foi muito divertido!
Todos vestimos algo amarelo, ou trouxemos um objeto dessa cor, houve uma menina
que até trouxe gomas em forma de bananas, amarelas pois claro. Tudo estava
amarelo, amarelinho! Viva o amarelo!
Começamos
a ganhar consciência do nosso corpo! O nome das partes que o constituem e onde
se localizam. Para isso explorámos imagens, bonecos e fizemos jogos uns com os
outros! Descobrimos os 5 sentidos e fizemos algumas brincadeiras, como por
exemplo tapar os olhos (com vendas amarelas, claro) e comer algo que não
sabíamos o que era e que tivemos que adivinhar, foi giro e divertido. E quase
todos reconhecemos o sabor da bolacha e da banana!
Um menino fez dois aninhos!
MUITOS PARABÉNS! Também fizemos uma grande festa!
Beijinhos da Sala
das Joaninhas
Sala dos Golfinhos
“OLÁ!!
Ainda agora começou o ano e estamos quase, quase no Natal…e já exploramos
tanta coisa e de tantas formas.
Para além dos golfinhos, conhecemos vários animais do fundo mar. Onde
vivem e como vivem. Desde o pequeno cavalo marinho e a sua surpreendente forma
de reprodução, passando pela gigante baleia até ao feroz e temido tubarão!
Enfim…foram alguns.
Fizemos as nossas pastas, onde iremos guardar todos os trabalhos
realizados ao longo do ano. No Final do mês de outubro festejamos o Halloween.
E já em novembro conhecemos a história da “Maria Castanha, o seu avô e os
seis duendes”, relembramos a lenda de São Martinho, e claro! Fizemos o
tradicional magusto, e se comemos castanhas!
É
verdade! Começamos a explorar o corpo humano, já sabemos a divisão do nosso
corpo, cabeça, tronco e membros! Na cabeça temos o nosso cérebro que é
protegido pelo crânio, e a cara onde estão os olhos, nariz, boca e orelhas… No
tronco temos o tórax no qual temos os pulmões e o coração, no abdómen o estômago,
e os intestinos, delgado e grosso. Ah, e recebemos a visita da Dr. Mónica, que
nos deixou a sua bata de médica e o seu estetoscópio, gostamos muito de ouvir o
coração uns dos outros, e da saúde dos nossos pulmões. Agora, agora é
tempo de Natal…”A sala dos Golfinhos.
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